sábado, 8 de junho de 2013

Dia da Criança na ESECS

A turma 45, no dia 3 de junho, foi festejar o Dia da Criança na ESECS. Os alunos tiveram uma manhã repleta de aventuras, diversão, jogos e animação.
Ficam aqui alguns momentos!









Assembleia Pequenos & Deputados

No âmbito das Comemorações do Dia Mundial da Criança, os alunos da turma 51, do 4.º ano, participaram na Assembleia Pequenos & Deputados, no passado dia 29 de maio, no Teatro Miguel Franco.
A atividade revestiu-se de grande importância, uma vez que foi um momento privilegiado de aprendizagem e de educação para o exercício de uma cidadania ativa e participativa.
Os alunos da turma 51 estão de parabéns, pelo seu empenho, pelo seu desempenho e pela sua atitude muito positiva, no evento.
Assim, partilhamos os textos apresentados à edilidade: um voto de pesar e um olhar sobre a nossa escola.

Professora Céu – Turma 51





quarta-feira, 15 de maio de 2013

Em busca da fórmula da paz


       No tempo das fadas, havia uma menina chamada Tatiana que vivia numa casa abandonada na cidade do Porto. Ela era uma rapariga bonita, elegante, inteligente e corajosa.
       Na cidade onde ela vivia, as pessoas não se davam bem e estavam sempre a discutir e, por vezes, até a lutar. Até que um dia, uma fada foi falar com a Tatiana e pediu-lhe para encontrar a fórmula da paz para que os habitantes da cidade se tornarem amigos uns dos outros.
       Então, a menina começou a andar pela cidade mas não sabia onde ir procurar a tal fórmula. Até que encontrou um mostro com sete cabeças e ela perguntou-lhe que caminho deveria seguir. Ele tinha indicado o caminho errado, só que, como ela acreditara nas palavras dele, lá foi.
       Pelo caminho, encontrou uma professora chamada Sofia que estava acompanhar os seus alunos numa visita de estudo. A Tatiana foi ter com ela e perguntou-lhe qual o caminho que deveria seguir para encontrar a fórmula da paz. A professora explicou-lhe e lá foi a rapariga.
      Depois de muito tempo em busca da fórmula, ela conseguiu encontrá-la. Levou-a à fada para conseguirem resolver o problema da cidade.
      A parir desse dia, os habitantes do Porto pararam de discutir e de lutar. E assim viveram felizes e em paz para sempre.  

Texto elaborado pela turma 47


quarta-feira, 17 de abril de 2013

Um rio às cores...

             As turmas do 1º e 2º ano participaram num projeto desenvolvido pela SIMLIS intitulado "Um rio às cores".
             O resultado da nossa aventura por um rio às cores foi esta obra plástica:



As turmas 44, 45, 46 e 47.

O grande desafio


        No tempo das fadas, havia um gato que vivia em Leiria. O seu nome era Valente. Ele era o guardião do Castelo de Leiria e tinha como função proteger a família real. Chamavam-lhe heroico porque ele gostava muito de ajudar as pessoas e nunca desistia de nada e de ninguém. 
       Numa bela tarde de primavera, a princesa foi ao jardim admirar as flores que cresciam graciosamente. Reparou numa flor especial que crescera no canteiro. Ela era diferente de todas as outras porque as suas pétalas mudavam de cor constantemente. Curiosa, aproximou-se da flor e cheirou-a para sentir o seu aroma. Mas, de repente, a princesa ficou tonta, confusa, sem forças até que caiu no chão, desmaiada. O gato que por ali passava viu-a caída no chão e foi de imediato chamar o rei e a rainha.
– Sua Majestade, encontrei a princesa perto do canteiro caída no chão sem sentidos! – disse o gato muito aflito.
– Vamos para lá imediatamente! – gritou a rainha.
Quando chegaram perto da princesa, tentaram acordá-la mas ela não reagiu. Então, o rei ordenou que o Valente fosse chamar o médico. Enquanto o médico não chegava, a rainha reparou que no canteiro havia uma flor que nunca tinha visto.
– Está ali uma flor muito esquisita. Será que foi ela que provocou o desmaio da princesa? – interrogou-se a rainha.
Nisto, o médico e o Valente chegaram. A rainha mostrou a flor ao médico e disse:   
– Sr. Doutor, terá sido esta flor que causou o desmaio da minha filha?
– Provavelmente, deve ter sido – suspeitou o médico. – Mas eu não conheço a cura, é melhor irmos pesquisar na biblioteca do castelo. 
             Depois de lerem muitos livros sobre plantas, encontraram a solução: uma erva rara que cura desmaios. Mas essa erva só existia num local longínquo, num palácio subterrâneo que tinha muitas armadilhas.
– Tarefas difíceis são para mim, o guardião oficial do castelo. Vou-me já pôr a caminho – afirmou o Valente.
O gato foi preparar a mochila para a viagem não se esquecendo de colocar o seu paté, água, o mapa, uma bússola, uma corda, uma lanterna e uns binóculos. Dirigiu-se às traseiras do castelo e começou a aquecer o balão de ar quente para iniciar a sua missão. 
           Passado umas horas, o Valente avistou o local onde era suposto estar o tal palácio. Fez o balão descer, pegou na mochila e começou a procurar a entrada do palácio. Reparou que havia uma zona no chão cheia de folhas e de lama e, curioso, decidiu ir averiguar, era uma porta de entrada do palácio que estava camuflada. Entrou com muito cuidado e foi dar a um salão repleto de belas e enormes estátuas. Tocou numa delas e, repentinamente, o chão começou a tremer e abriu-se uma fenda por onde o Valente caiu. Ele foi parar a uma divisão do palácio que tinha uma porta e ao seu lado estava um aviso: “ Para a porta se abrir tem que ordenar as letras e descobrir a palavra-chave.” O gato pôs patas-à-obra e começou logo a tentar formar a palavra. Após algumas tentativas, a porta abriu-se automaticamente quando o Valente construiu a palavra  DESMAIO.   

O gato entrou apressadamente antes que a porta se voltasse a fechar. Foi dar à enfermaria do palácio, viu um grande armário branco e abriu-o. Lá dentro havia imensas prateleiras com diversos frascos. O Valente começou a ler as etiquetas dos frascos:
       – Dor de cabeça, dor de barriga, febre, dor de garganta, constipação, dor de ouvidos… ah, aqui está, a erva que cura desmaios! 


           O gato pegou no frasco, com muito cuidado, colocou-o na mochila e começou à  procura  da  saída.  Até  que encontrou  uma  escadaria
antiga que dava acesso à superfície. Subiu as escadas rapidamente e dirigiu-se para o seu balão.
Quando regressou ao castelo e depois de aterrar o balão, veio ter com ele o Tiago, um vizinho da família real.
– Valente, encontraste a erva? – questionou o rapaz.
– Claro que sim! – respondeu o Valente com entusiasmo.
– Enquanto dobras o balão, eu poderia levar a erva à rainha a correr – sugeriu o Tiago.
O gato concordou e o rapaz, em vez de fazer o que combinou, fugiu com o frasco. O Tiago tinha o sonho de ser o guardião da família real e pensou que se o gato falhasse a missão, ele concretizaria o seu desejo.
Quando o Valente chegou à beira da família real, viu que a princesa continuava desmaiada e perguntou muito admirado:
–O Tiago não vos entregou a erva que cura?
– Qual Tiago? – perguntou o rei.
– Aquele rapaz que vive ali em frente – retorquiu a rainha.
– Vou já pôr-lhe as garras em cima! – disse o Valente furioso.
E lá foi ele tentar descobrir onde estava o Tiago. Enquanto procurava alguma pista do rapaz, encontrou uma velhinha que passava pela rua vagarosamente. O gato resolveu perguntar-lhe:
– Minha senhora, sabe onde mora um rapaz chamado Tiago?
– Sei, sim. Mora na casa ao lado do Ponto Fresco – disse a velhinha.
–Ainda bem que me diz! É que ele roubou-me uma erva curativa que irá acordar a princesa.    
Ele foi de imediato bater à porta da casa do rapaz. Bateu, bateu mas ninguém abriu a porta. Como o Tiago sabia que era o Valente tentou escapar pela janela das traseiras. Só que a velhinha estava escondida atrás de um arbusto e mal viu o rapaz a tentar fugir, pegou na bengala e deu-lhe uma pancada na cabeça. O Tiago caiu redondo no chão e quando o Valente se apercebeu disso saltou para cima do rapaz e tirou-lhe o frasco do bolso. 




– Muito obrigado, minha senhora, pela ajuda que me deu – agradeceu o gato.
Ele, muito apressado, dirigiu-se ao castelo e entregou a erva à rainha. Depois de ter agradecido, foi logo ao quarto da sua filha e deu-lhe a cheirar a erva. Num instante, a princesa recuperou os sentidos, abriu os olhos e sorriu.
A partir desse dia, a princesa jamais voltou a cheirar flores que não conhecia. Por sua vez, o Valente aprendeu a não confiar em qualquer pessoa. 



COMO SE FAZ UM PAU-DE-CHUVA?


Hoje, dia 20 de fevereiro, o professor Miguel ensinou-nos a construir um pau-de-chuva.




VISITA de ESTUDO À ESCOLA de CONDUÇÃO ESTEVES













quinta-feira, 14 de março de 2013

Semana da Leitura

Para comemorarmos a Semana da Leitura, a nossa turma participou na atividade Ler é…”. 

Expusemos as nossas definições no placard da sala.


Realizámos também um concurso de “Leitura Expressiva”, onde lemos em voz alta textos de obras subordinadas ao tema do Mar. A avaliação da leitura foi feita por nós com base nos seguintes itens:
§  Tom de voz
§  Articulação /Dicção
§  Regras de pontuação
§  Ritmo
§  Expressividade

- A escala de avaliação para cada uma das prestações foi feita de 1 a 3 valores, a que corresponde:

1= Suficiente;
2= Bom;
3=Muito Bom; 

Ficaram apurados para a prova final: o Tiago, o Eduardo, a Laura, a Beatriz Lisboa, a Dulce e a Susana Pereira. Leram um excerto da história Uma Aventura do Capitão Mergulhão” de António Torrado.

E os vencedores do concurso “Leitura Expressiva” foram:

1.º Lugar com 56 pontos – Laura Galvão
2.º Lugar com 47 pontos - Dulce Jordão
3.º Lugar com 45 pontos - Beatriz Lisboa

Parabéns aos vencedores.
                                                                                                                                                                            Turma 50 – 4.ºano