terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Palavra puxa palavra VI

Eu sou o Adnan e sou marroquino!
Marroquino também pode ser uma fruta;
A fruta que eu mais gosto é a maçã e a banana.
A banana é a fruta preferida dos macacos.
Os macacos são os meus animais preferidos.
Os preferidos do Pedro são os elefantes.
Os elefantes pesam toneladas.
Toneladas de carinhos gosto de receber.
Receber beyblades gostava eu.
Eu sou um ser vivo!
Vivo em Leiria,
Leiria tem monumentos
Os monumentos são feitos de pedra,
De pedra não é o meu coração!
Coração cheio de amor para dar …

Adnan Soukkani - Turma 49

Palavra puxa palavra V

Eu sou a Catarina e gosto de ver a erva.
A erva é verde, e ainda fica mais verde, quando lhe toca o sol.
O sol é amarelo.
Amarelo é o pólen das flores perfumadas e coloridas!
Colorido pode ser o arco-íris que tem sete cores.
Cores belas e brilhantes.
Brilhantes são as estrelas.
As estrelas estão no céu.
No céu as nuvens são brancas.
Branco é a neve.
A neve cai na Serra da Estrela.
Na Serra da Estrela está muito frio.
Está muito frio na Holanda, está gelo e podemos patinar.
Patinar é tão belo.
Belo é o mundo em que vivo!

Catarina Argolinha – Turma 49

Palavra puxa palavra IV

Eu sou a Carolina e adoro a natureza.
A natureza é um convívio com a família e os amigos.
Os amigos estão comigo todas as horas do dia!
O dia tem muitas horas,
Horas para me divertir,
Divertir-me com os meus gatos.
Os gatos ronronam à noite.
A noite tem muitas estrelas.
As estrelas são amarelas.
Amarelo é o sol.
O sol é brilhante.
Brilhantes são os diamantes,
Os diamantes são bonitos.
Bonitos são os meus pais.
Os pais adoram os filhos,
Os filhos que são de Deus.
Deus é quem nos protege.

Carolina Nogueira Machado - Turma 49

Palavra puxa palavra III

Eu sou a Mariana e gosto de ver os pássaros nas árvores.
As árvores têm as folhas verdes e bonitas,
Bonitas são as flores pequeninas.
Pequeninas são as formigas e pretas.
Pretas são as azeitonas,
As azeitonas vêm das oliveiras.
As oliveiras dão-nos sombra nos dias mais quentes.
Quentes são as lareiras acesas nos dias mais frios…
Há frio nos dias de Inverno.
O Inverno é uma estação do ano.
No ano passado brinquei muito nas férias;
Férias servem para nos divertirmos!
Divertirmos e descansar;
Descansar faz bem á saúde.
A saúde é muito importante!
Importante é cuidarmos dela,
Dela saem as nossas forças.
As nossas forças estão no amor.
O amor está no nosso coração.

Mariana Gomes – Turma - 49

Palavra puxa palavra II

Eu sou o Pedro e gosto de agricultura.
A agricultura faz me lembrar as vacas e a horta.
Na horta planto couves e batatas e ando trator.
O trator é uma das máquinas do meu avô.
O meu avô inventa máquinas
Há máquinas que se utilizam na horta tal como a moto-enxada.
A enxada serve para arrancar batatas.
Batatas gosto de as comer assadas e cozidas.
Cozidas são as castanhas no São Martinho.
No São Martinho é dia de ir à adega provar o vinho.
O vinho é feito de uvas.
Uvas sumarentas e doces.
Doces são os pais.
Os pais são os melhores do mundo!

Pedro Ferreira – Turma 49

Palavra puxa palavra I

Eu chamo-me Ricardo e jogo futebol.
No futebol a minha equipa chama-se UDL.
Na UDL às terças-feiras tenho treino de guarda-redes.
O guarda-redes de futebol usa luvas.
As luvas usam-se no inverno e no outono.
No outono caiem as folhas.
As folhas podem ser: amarelas, castanhas, verdes e vermelhas.
Vermelhas ou verdes são as maçãs.
Maçãs assadas, eu adoro.
Adoro a minha família.
Família junta é agradável.
Agradável é á tardinha ver o pôr-do-sol.
O pôr-do-sol é amarelo e laranja.
Laranja é um fruto.
Fruto deve-se comer porque é saudável.
Saudável é sorrir.
Sorrir transmite-me felicidade.
Felicidade é ter amigos.
Amigos, tenho muitos.
Muitos são aqueles de quem gosto.
Gosto muito de dióspiros.
Os dióspiros são doces.
Doces são os beijos da minha mãe.
Minha mãe é a melhor do mundo.

Ricardo Camarate - Turma 49

A bonequinha Rátiny

     Certo dia, a bonequinha Rátiny estava a passear, quando encontrou uma porta mágica e foi levada para uma terra encantada. Lá havia muitos outros bonecos, mas todos eram diferentes: uns carecas, outros cabeludos, uns com cabelo curto e imensas coisas divertidas e engraçadas.
     Percebeu que tinha coisas diferentes porque ninguém é igual.
     Então, os seus amigos ajudaram-na a construir uma casa e ficou lá a viver porque agora sabia que aquele seria sempre o seu lugar.
     Na sua casa, a Rátiny estava descontente por um motivo: não tinha fotos nem um álbum de fotografias.
     Os seus amigos estavam à janela a ouvir e a aperceber-se de tudo o que estava a acontecer.
     Então o Cárique, um boneco careca, teve uma ideia:
     - Vamos fazer um álbum e colar lá as nossas fotografias.
     - Que bela ideia! - Disse a Sissi, uma boneca cabeluda.
     - Se fizermos isso a Rátiny fica mais contente! – Afirmou o Cárique.
     Pegaram numa máquina fotográfica e tiraram imensas fotos. Depois fizeram um álbum e colocaram-nas lá.
     A meio da noite, os amigos entraram em casa da Rátiny e poisaram o álbum no sofá.
     Na manhã seguinte, a Rátiny, já acordada, viu o álbum e, depois de saber que quem fizera aquela surpresa tinham sido os seus amigos, agradeceu-lhes imenso.
     Nesse dia, como forma de agradecimento, fizeram uma festa para mostrar o seu amor e carinho.
     Aquele dia tinha sido fantástico porque estavam todos unidos naquela festa espantosa!

Mariana Gomes – turma 49

O ser estranho

    
     Certo dia encontrei um cão muito estranho que veio do planeta Vénus. Era um cão castanho com olhos amarelos grandes, dentes pontiagudos e focinho laranja às pintas.
     Ele era muito giro. Decidi dar-lhe o nome de Rex. Ele também falava como nós. E começámos a falar sobre as nossas aventuras.
     Já estava a ficar tarde e fomos dor mir. No dia seguinte fomos à cozinha tomar o pequeno-almoço e fomos ao parque brincar com uns amigos que eu conhecia: o Vasco, o Ricardo, o Pedro e outros mais.  Andámos no escorrega, nos baloiços e fizemos outras diversões. Foi divertido! Depois começou a escurecer e fomos para casa, para irmos dormir bem cedo.
     O dia seguinte era dia de escola, para mim. Quando regressei a casa não encontrei o Rex e pensei: “Onde poderá estar?”Procurei por toda a casa e, no final, fui ver no sótão, mas também não estava lá.
     Pensei que ele estivesse no jardim, fui ver e não estava. Fiquei triste mas, afinal, ele regressou e tinha andado na rua a dar um belo passeio!
Adnan Soukkani -Turma 49