sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Uma aventura num dia chuvoso

     Num dia de chuva, já com grandes poças no recreio, saímos para o intervalo e alguns de nós resolveram ir brincar. Como era de calcular, as brincadeiras nas poças não deram bons resultados. Ficámos todos molhados.
     Como nos viram fazer estas asneiras, ficámos de castigo, menos um colega que estava na sala de aula a ler um livro.
     No castigo os alunos conversaram:
     - Não sei porque estou de castigo! Não tive culpa. Tropecei numa pedra e caí á água! -disse um.
     - Ai sim? Eu tenho uma história quase igual à tua, só que eu estava a saltar nas poças. - disse outro aluno.
     Todos os meninos continuaram a dizer o que tinha acontecido para estarem encharcados.
     A coordenadora da escola entrou na sala e perguntou:
     - Porque é que estão todos encharcados?
     - Porque tropeçámos numa pedra. – disse um menino.
      - Não pode ser uma pedra que fez cair tanta gente! – exclamou ela.
     - Uns andaram a saltar nas poças e outros caíram. – disse outro aluno com sinceridade.
     - Então não precisam de mentir. Foi uma grande asneira o que fizeram. Podem ficar doentes com esta aventura! – explicou ela zangada connosco. - Desta vez vou perdoar-vos o resto do castigo, mas vão-me prometer que não voltam a repetir esta asneira. Está bem?
     - Sim Professora Céu! – responderam os alunos em coro. – Obrigado!
     Entretanto tocou para entrar nas aulas. A minha turma foi fazer exercícios de matemática de revisões para a ficha de avaliação. Como alguns tinham as mangas molhadas, as folhas do livro começaram a ficar húmidas. O professor ficou muito zangado, ralhou com todos e ficámos tristes. 
Tomás Bregieiro

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

No outono


O outono chuvoso
eu fico nervoso.

Um dia de frio,
mais eu me rio.

Aulas vou ter
para aprender.

As folhas mudam de cor
e eu não tenho nenhuma dor.

Vestir um casaco
e não me esqueço do sapato.

Folhas vou apanhar
nenhuma no ar.

Vou ter de estudar
para melhor pensar.

Árvores vou ver nuas
nas grandes ruas.

Uso chapéu
por causa da chuva que vem do céu.

À praia não vou poder ir
chuva está a vir.

Bolinho vou pedir
sempre a sorrir.

De bicicleta não vou poder andar
por causa da lama que não esá no ar.

Vestir impermeável
por causa da chuva amável.

Comer quivi
e dizer ui, ui...

Ver o professor
sem mandar um fedor.

Avaliaçao vou ter
e boa nota vou ver.

Festa vou ter
e comida vou comer.

Outubro e novembro
outono é nesses dois meses.

O dia do Bolinho


Tudo começou, numa manhã de sol, por volta das nove horas e trinta minutos. Preparei-me para uma aventura muito especial.
No dia 1 de novembro não tivemos aulas e fomos pedir o bolinho. Enquanto nós andámos de porta em porta a pedir, os nossos pais foram ao cemitério visitar os nossos familiares.
              De casa em casa como um carteiro, batíamos à porta, tocávamos às campainhas e dizíamos:

 - Ó tia, dá bolinho em louvor de todos os santinhos!
             Algumas pessoas abriram as portas e outras ignoraram o nosso pedido. As pessoas que abriram as portas, participaram nesta tradição, oferecendo-nos guloseimas ou dinheiro. Nós abrimos a nossa sacola, feita pela nossa mãe de propósito para este dia, agradecemos e dirigimo-nos para outras casas.
             
               No final da manhã, perto da hora do almoço, regressámos a casa. Alegres e contentes por termos a sacola cheia de guloseimas: chupas, rebuçados, nozes, castanhas, gomas, dinheiro, amêndoas, chocolates, bolachas e broas doces.
              
               Ao ver os pais, contámos a nossa aventura, despejámos a sacola em cima da mesa, separámos os doces do dinheiro. O resto do dia foi dedicado à brincadeira e diversão.

domingo, 6 de novembro de 2011

segunda-feira, 31 de outubro de 2011